Grávida do Filho de Deus, Maria “partiu apressadamente” (Lc 1, 39) à casa de Isabel, que precisava de sua ajuda. Ela se torna Missionária: assume o jeito de ser de Deus que é ir ao encontro de quem precisa de ajuda!
Nas bodas de Caná, ela se revela como Intercessora, notando a falta de vinho, dirigiu-se a Jesus: “Eles não têm vinho”. E, pediu aos que estavam servindo: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 3-5).
Jesus, embora sendo Deus, quis em sua vida humana, necessitar do colo e do amor de Mãe. Foi no colo de Maria, sua Mãe, que Jesus quis se preparar para amar e salvar a humanidade.
O Papa em Aparecida nos pediu: “Permaneçam na escola de Maria. Inspirem-se em seus ensinamentos. Procurem acolher e guardar dentro do coração as luzes que ela, por mandato divino, envia a vocês a partir do alto” ( n.287). Maria atrai multidões à comunhão com Jesus e sua Igreja, como experimentamos muitas vezes nos santuários marianos. A verdadeira devoção à Virgem Maria é aquela que nos leva a Jesus; é aquela que nos inspira a obedecer às palavras do seu Filho: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (Jo 2, 5).
Maria permaneceu fiel a Deus, ouvindo e praticando a Palavra do Senhor. Ela soube ser mãe na pobreza e na dificuldade. Apesar de todo o sofrimento que vivenciou, Maria tornou-se uma mulher vitoriosa e feliz. Nós a chamamos de bendita e bendizemos também o seu Filho, Jesus, que num gesto de amor, fez com que ela se tornasse mãe de todos nós (Jo 19, 25-27).
Santa Maria, rogai por nós!
Pe. Toninho
Cora Coralina
