Mandou vir o segundo amigo, que lhe respondeu meio pesaroso: “Ir com você até o juiz, não posso. Você entende não é? Cada um tem seus problemas particulares, onde a gente não entra. Mas vou com você até a porta do tribunal. Dali eu voltarei”. Também não servia. O momento mais difícil e cruciante era o inquérito o julgamento do juiz.
Já quase sem esperança, pediu que viesse o terceiro amigo. Esse respondeu com calma e segurança: “Sim, eu posso ir com você. Posso acompanhá-lo e ficar ao seu lado durante o interrogatório”.
Quem eram os nomes dos três amigos?
– O primeiro é o DINHEIRO. Paga o caixão quando morremos. E só.
– O segundo é a FAMÍLIA. Acompanha-nos até a sepultura. Depois volta para casa. Nada mais pode fazer, a não ser, rezar pelos defuntos.
– O terceiro amigo são as BOAS OBRAS que praticamos. Somente estas nos acompanham até a eternidade. Somente elas nos defendem perante Deus.
