Histórinha
Uma menina, apontando para uma Bíblia na prateleira, que nunca era aberta, perguntou à mãe: “De quem é esse livro?” […]
Jornal A Semente, enviado pelo Pe. Toninho
Uma menina, apontando para uma Bíblia na prateleira, que nunca era aberta, perguntou à mãe: “De quem é esse livro?” […]
A pergunta fundamental do evangelho de Marcos é: “quem é Jesus?” Marcos quer mostrar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus. Na primeira parte do evangelho (1,1-8,30) Marcos mostra uma série de opiniões sobre Jesus, culminando na profissão de fé de Pedro, que reconhece em Jesus o Cristo o Ungido, o Messias (8,29).
Os espíritos impuros sabem quem é Jesus e procuram revelar sua identidade (1,24. 34; 3,11; 5,7). Os habitantes de Nazaré o reconhecem como “o carpinteiro, o filho de Maria, o irmão de Tiago” (6,3). Seus parentes, exceto a mãe, o consideram um louco (3,21). Para os escribas Jesus é um possesso (3,22. 30). Herodes o confunde com João Batista (6,16). Enfim, Jesus apresenta a questão de sua verdadeira identidade: “Quem dizem as pessoas que eu sou? (…) E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: Tu és o Cristo” (8,27. 29).
2 – Ao todo são 3 irmãos: o mais velho já se foi o do meio está conosco e o caçula não nasceu? Resposta: no Próximo
Neste mês vocacional, celebramos também a Semana Nacional da Família. Por isso, trago a reflexão sobre a família, lugar onde nascem e crescem as vocações. Entendemos por vocação o chamado de Deus e a resposta generosa de cada um de nós. Deus nos chama a vida, nos chama para sermos filhos amados. Esse amor criador fez de nós pessoas únicas, especiais, dotadas de talentos próprios. Assim, Deus tem uma missão para cada um de nós, que sejamos felizes na vocação que recebemos.
A vida de todo ser humano é um dom de Deus. Todos são chamados por Deus a viver na liberdade, servindo a Deus em um relacionamento fraterno. Vivenciando o amor gratuito de Deus, respondemos o seu chamado, amando-O com confiança, pois Deus só pede algo que está ao nosso alcance.
No Matrimônio o casal responde ao chamado de ser família, se completando na doação mútua, colaborando com Deus na obra da criação, acolhendo os filhos como dom. O Sacramento do Matrimônio é sinal da bondade de Deus, sinal de que o amor é eterno e fiel.
Precisamos compreender melhor a dimensão dos Sacramentos em nossa Igreja. Eles não deveriam ser vistos como um ato social ou um momento importante, mas sem continuidade, sem compromisso. Todo Sacramento é sempre ponto de partida e nunca ponto de chegada, ponto final.
A Igreja nos ensina que os Sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da presença de Deus, da graça de Deus em nós, instituídos por Cristo e confiados a ela, por meio dos quais é dispensada a graça divina.
Eles são por conseguinte: